O grito do Bugio

Aqui na serra é difícil encontrar alguém que não saiba o grito do bugio. Os bugios são macacos que vivem na regiões onde a mata ainda é bem preservada. Normalmente em bandos. Normalmente muito barulhentos. No ano passado, muitas macacos foram mortos em função do medo da população em relação à transmissão da febre amarela, o que é uma tremenda bobagem, o macaco é sentinela ele não transmite. Mas é complicado lidar com pessoas e principalmente com o medo.

Então o Bugio entrou na minha coleção de fantoches Bichos da minha Serra, onde trazer a boa intenção e atenção para ele, é de vital importância. É preciso ensinar as crianças, mostrar a importância do animal na cadeia alimentar e ecológica, apenas assim formaremos adultos com senso crítico equilibrado.

Se você quer participar desse projeto, nos ajude na divulgação, compre um fantoche, leve para a escola da sua filha (o), converse com a professora. Parecem passos de formiguinhas, mas juntos, podemos desenhar um caminho sólido e de resultados.

Contar histórias é preservar memórias, é falar sobre tudo, é sorrir para o futuro próximo!

https://ciadasmaos-gramado.com.br/teatro-de-bonecos/fantoche-de-brincar/fantoche-colecao-bichos-da-serra-gaucha/

 

 

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A gralha azul

Mais uma das aves do meu entorno, também participa da minha coleção bichos da minha serra.  Ave grande, com +/- 40 cm de altura, ela é o símbolo do estado do Paraná, ela ama fazer ninhos nas copas mais altas das araucárias, ninhos grandes com 50cm de largura. De outubro até fim de março elas estão pelos ninhos. Conforme o pinhão amadurece, elas começam a estocar comida, enterrando sementes no chão e em troncos abandonados, muitas vezes elas esquecem onde e com isso uma nova árvore nasce.

Hoje em dia se vê com preocupação sua sobrevivência a longo prazo, as florestas de araucárias foram reduzidas a 4% do tamanho original de muitos anos atrás. E o que vai acontecer? Apesar delas não dependerem exclusivamente das araucárias, apenas ser seu ambiente predileto.

Com isso ela virou um fantoche desta coleção, para conversar com as crianças dos nossos entornos, para formar um senso crítico mais amadurecido quando essa geração estiver em posição de tomar decisões. Apenas com muita informação, conhecimento, poderemos mudar um pouco o rumo das tragédias anunciadas.

O link dela na loja virtual é este aqui https://ciadasmaos-gramado.com.br/teatro-de-bonecos/fantoche-de-brincar/fantoche-colecao-bichos-da-serra-gaucha/  e se você puder comprar um fantoche, conversar com uma criança, levar isso para uma sala de aula, será um pequeno passo, mas juntos formamos um caminho bacana.

Desta coleção participam o gambá, o ouriço, o macaco bugio, o quero quero, a gralha azul e também o papagaio charão!

Gambá, um dos bichos da serra!

De que serra? Qualquer uma! Gambá é um bichinho que aparece com frequência. Muitas vezes confundidos com o rato, ele apanha, é morto, mas existem muitas pessoas interessadas em propagar conhecimento à respeito deles, inclusive eu, com os meus fantoches. Gambá é um dos bichos que mais come carrapatos, você sabia? Ele não é agressivo, não transmite doenças, come os carrapatos, come frutas, mas leva uma fama!! Que dó!! Na época das ninhadas, as mamães andam com a prole toda pendurada das costas, estão pesadas e lentas, virando um alvo mais fácil ainda.

Acredito que para termos adultos mais conscientes é preciso ensinar as crianças, trazer essa realidade até elas, e mostrar fatos para que elas possam construir um interesse sobre o assunto. A preservação da nossa bicharada! Sim, começando pelo gambá.

Com o gambazinho, abrirei espaço para a coleção bichos da minha serra, com o gambá, o ouriço, o macaco bugio, os pássaros quero quero, a gralha azul e o papagaio charão, todos típicos da serra gaúcha, com histórias interessantes, fatos curiosos e podem sim, virar fantoches e difundir conhecimento. Esse trabalho não é patrocinado, é espontâneo, então se você quiser ajudar, compre um fantoche e converse com as crianças no seu entorno já será  de gigantesco valor! Se cada um der um passo, caminharemos juntos um caminho.

O link da loja virtual está aqui https://ciadasmaos-gramado.com.br/teatro-de-bonecos/fantoche-de-brincar/fantoche-colecao-bichos-da-serra-gaucha/fantoche-gamba/

A grama mais verde é A QUE VOCÊ REGA

Muita gente me pergunta sobre os bonecos, ou fantoches, ou marionetes. Acham “questionável” trabalhar com isso, se tem ou não demanda, qual o sentido. Gente, tem um baita sentido. O fantoche não é apenas 2 pedaços de feltro tamanho A4. Ele é um boneco, ele representa alguma coisa, desde um conto de fadas, desde uma história pessoal, desde um bicho que precisa ser preservado, a representação do bem e do mal. Um fantoche tem um poder incrível de comunicação, ele tem linguagem e voz próprias. O que passa no nosso pensamento (de forma consciente ou inconsciente) pode ser uma história a ser contada.

Muito se fala de cultura, e o que vem a ser a tal cultura. Ela é um padrão? Ela tem forma definida? Ela é normatizada de alguma forma? Não, ela é livre, ela pertence às pessoas e suas formas de expressão. E quem é o fantoche na fila do pão?  Ele é uma ferramenta na propagação de qq forma cultural, ele canta, ele dança, ele entretêm, ele sofre, se alegra, enfim… ele é um boneco.

Então estes são os motivos que me fazem regar minha grama todos os dias, trazer um brinquedo de pano, um boneco, um fantoche, que participe de alguma forma de qualquer manifestação da nossa  cultura, da nossa família, do nosso dia a dia…

Não sei bem como você chegou aqui, mas fico feliz que chegou! Conheça um pouco mais do meu trabalho em www.ciadasmaos-gramado.com.br

Cia das Mãos - Brinquedos Lúdicos
Fantoches, fantoches de feltro, marionetes, brinquedos lúdicos.

Lagartos coloridos

Os lagartos cinzas também são chamados de Teiús. Aparecem no verão, saindo das moitas de vegetação no terreno. Assustadores, grandes, são inofensivos, querem se esquentar no calor do sol, adoram ovos crus e a gente acaba se acostumando com eles (meio que por força maior, pois matar não é uma opção)

Já os meus fantoches lagartos, são de feltro, coloridíssimos, eles tem uma boca articulável, que você movimenta com a pinça (dedo indicador + dedão). Uma vez vestidos na mão, eles cobrem tua mão, antebraço indo até o cotovelo. Apesar de inanimados, são super comunicativos e roubam a cena por onde passam.

Você quer conhecer minha linha de fantoches? https://ciadasmaos-gramado.com.br/teatro-de-bonecos/fantoche-de-brincar/

Nessa linha de fantoches compridos, para animais rasteiros, tenho cobras, jacarés e lagartos. Todos eles em feltro, todos eles com uma intenção de aprender mais sobre o bicho em questão, envolvendo brincadeiras, o contar de histórias, a interação. Criança precisa brincar, interagir, trocar energias, por pra fora os nós emocionais que se formam e que sufocam. E o fantoche, é uma ótima ferramenta para isso.

Inanimados mas muito comunicativos, meus lagartos são fantoches de feltro com a boca articulada, eles roubam a cena por onde passam e a molecada se diverte com ele assustando as pessoas. Pura alegria e divertimento! https://ciadasmaos-gramado.com.br/teatro-de-bonecos/fantoche-de-brincar/
Inanimados mas muito comunicativos, meus lagartos são fantoches de feltro com a boca articulada, eles roubam a cena por onde passam e a molecada se diverte com ele assustando as pessoas. Pura alegria e divertimento! https://ciadasmaos-gramado.com.br/teatro-de-bonecos/fantoche-de-brincar/

Quem nunca?

Leve o seu melhor amigo com você! Uma bolsinha em que no momento em que você vira as beiradas, descobre que ela é a toquinha mais aconchegante para seu amigo, com um colchão, um travesseiro e uma coberta. Para aqueles momentos em que a espera é longa e a paciência beira a inexistência.

Quem nunca se viu numa situação limitante? Quem nunca se cansou de esperar por um prato de comida no restaurante, pela viagem que para no meio do caminho pois há um acidente? O destino que não chega, trânsito… As esperas em consultórios aguardando a sua vez? Fala sério, a gente perde a paciência e a tolerância. Agora imagina a criança? Imagina aquele serzinho para o qual tudo é novidade, que não tem a menor noção do que é o tempo. Eu sei que hoje em dia, facinho facinho a gente larga um celular na mão deles e agradece por minutos de paz. A pergunta é, pode ser diferente?

Quando montei estas bolsinhas|casinhas, pensei nisso, no tempo para o qual não temos controle e definição. Essa bolsinha vai junto na tua bolsa, basta você dobrar as beiradas e chazan. Surge uma toquinha, com colchão, travesseiro, coberta, habitante. Tudo ali prontinho. E quando preciso for, basta colocar tudo de volta e fechar a bolsinha. Simples assim. Um brinquedo lúdico, com o qual a criança extravasa aquela energia, interage com o habitante do brinquedo e se diverte bastante.

O link para a loja virtual está aqui https://ciadasmaos-gramado.com.br/brinquedos-ludicos/casinha-do-coelho/    Enviamos para qualquer localidade no Brasil, mas preste atenção aos prazos, os correios não andam muito confiáveis, chegar, tudo chega, dificilmente perco um pacote, mas nem sempre, chega na data certa. Faz parte!

Mamãe Orelhuda e Papai Orelhas Compridas!

Coelhos, coelhinhos, bebês coelhos. Coelho é um bicho querido, muitos os têm como bicho de estimação. Em uma determinada páscoa, um restaurante em área rural criava  ou tinha coelhos. Eles viviam ali como os cavalos, carneiros, patos. As crianças brincavam com todos, eram mansos. A grande sensação daquele domingo de Páscoa seria observar os coelhos em seu grande espaço, suas casinhas, suas manobras, fazer carinhos. Mas São Pedro quis diferente, chovia, chovia muito, chovia aos cântaros. Os coelhos entraram, entraram dentro do restaurante, ficaram soltos, no meio do salão, o casal mais velho, Mamãe Orelhuda e Papai Orelhas Compridas fizeram a festa da criançada. Tinha bebê deitado no chão, engatinhando, os coelhos mansos ali olhavam aquela confusão, sem fazer ideia do que seria a tal Páscoa dos humanos. Uma harmonia entre os bichos e as crianças, respeito, paciência, tolerância. Tolerância dos adultos, tolerância das crianças. Tolerância do dono do estabelecimento em permitir que os bichanos entrassem por uma janela de tempo, sabendo que seria de fato, o grande diferencial além da chuva. Poucos entendem, poucos aceitariam, para os que estavam lá, valor foi agregado. Me lembro bem do fato, apesar de ter esquecido em que ano foi.

O que importa são as memórias, entendem? Eu conto isso para vocês, vocês vivem isso comigo, é minha memória. Quem conta histórias preserva memórias. O que suas crianças (afilhados, filhos, sobrinhos, netos, crianças em geral) lembram dos domingos de Páscoa que já viveram? Não interessa a qualidade do chocolate, interessa o viver, a emoção que estava incutida nas histórias e palavras.

Eles estão listados na loja virtual aqui https://ciadasmaos-gramado.com.br/brinquedos-ludicos/coelhinhos-de-pano/  ainda dá tempo de comprar e recebê-los até a Páscoa.  Se você tem alguma sugestão, entre em contato, será um prazer poder ajudar!

Dona Pinguina decidiu ir de havaiana ao baile!

Sr Pinguim optou por uma cartola, o bailinho da enseada está chegando e eles estão prontinhos para o bloco dos pinguins! www.ciadasmaos-gramado.com.br

Aqui a bicharada tá animada para os bailinhos imaginários! Que legal essa liberdade de criar! Sr Pinguim decidiu por uma cartola de poás, Dona Pinguina se encheu de flores e optou por ir de havaiana para o bailinho da enseada. Ela se acha TÃO charmosa!

Toda tropinha de pinguins está fantasiada para o bailinho da enseada. Venho conhecer a gente de pertinho! Tamanho 15x20cm. www.ciadasmaos-gramado.com.br
Toda tropinha de pinguins está fantasiada para o bailinho da enseada. Venho conhecer a gente de pertinho! Tamanho 15x20cm. http://www.ciadasmaos-gramado.com.br

Uma das autoras que mais me encanta com suas histórias de animais é Beatrix Potter https://pt.wikipedia.org/wiki/Beatrix_Potter). Em suas histórias, animais do bosque ganham vida e ação em ilustrações belíssimas.

Aqui surgirão vários bichinhos, os pinguins foram os primeiros. Acho que se podemos agregar valor, temos mais que a obrigação de fazê-lo e um sorriso espontâneo, já é um ótimo início.

Outra decisão de 2019 é iniciar um trabalho de conscientização animal. Quem são nossos bichinhos do entorno? Os tradicionais do meu quintal? O que você sabe a respeito deles? Não podemos mudar o mundo de imediato, mas podemos modificar o nosso olhar

Visite nossa loja, dê palpites, mande mensagem,  compartilhe. Juntos somos mais fortes 🙂  Visite nossa loja, www.ciadasmaos-gramado.com.br 

Existe criança chata?

Não acredito nisso! E me deixa triste escutar isso de pais ou tios que frequentam a loja, ahhh, fulaninho não brinca com esse tipo de coisa, ele é muito chato (ou ela). Não existe criança chata. Existe criança carente, precisando de atenção, doente, estressada, mas não exatamente chata. Acredito que adultos podem ser insuportáveis, muitas vezes. E estamos cansados, na maioria das vezes.

https://www.paporetolive.com/2019/02/nao-existe-crianca-dificil-dificil-e.html?m=domingo_24&fbclid=IwAR35-DSUJStEyG5NbrsCcqHVhoE908wL2uV0qZWNvlcR8B6ppN_JHOh0fhc

Tenho a loja física agora há 7 anos. Entram dezenas e dezenas de crianças, não vi uma sequer que não quisesse colocar a mão num fantoche, experimentar, fazer voz diferente e gracinhas mil.

Fantoches e dedoches atraem a atenção, pedem interação, contam histórias, criam ações de movimento. Adoro afirmar que quem conta uma história, preserva uma memória. O boneco fala sobre assuntos os mais diversos, no seu ritmo, no seu próprio tempo.

Da próxima vez que você achar uma criança chata, pense em quanto o mundo adulto é insuportável as vezes, para eles!

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Leve o seu melhor amigo com você! Uma bolsinha em que no momento em que você vira as beiradas, descobre que ela é a toquinha mais aconchegante para seu amigo, com um colchão, um travesseiro e uma coberta. Para aqueles momentos em que a espera é longa e a paciência beira a inexistência.
Leve o seu melhor amigo com você! Uma bolsinha em que no momento em que você vira as beiradas, descobre que ela é a toquinha mais aconchegante para seu amigo, com um colchão, um travesseiro e uma coberta. Para aqueles momentos em que a espera é longa e a paciência beira a inexistência.